era um parque no meio do nada. tinha até um laguinho lá.
laguinho não. era grande. cabia até o reflexo inteiro do sol lá dentro. tinha
macaco pra caramba também. bicho gente. pega uma ameixa igual uma criança que
já tem idade pra pegar ameixa. e um gramado assim enorme. acho até que bem lá
antigamente uns dinossauro pastavam ali igual vaca de tão grande que era o
gramado. e os mato eram fechado mesmo. nem precisava ser aberto. então. era
assim.
aí um lá chegou de bermuda
e abriu um lugar pra vender sorvete e cerveja. começou a falar pra todo mundo e
as pessoa começaram a chegar principalmente no domingo (primeiro dia da semana
só pra relembrar). aí o lago não conseguia mais refletir o sol inteiro porque o
reflexo ficava todo cheio de roupa de banho colorida e boia em forma de chapéu.
colocaram umas mesa pra comer assim pelos canto do gramadão e nem os macaco
conseguiam caminhar ali de tanta gente que ia ali pegar sol nas costa nem sei
porque.
abriram uns caminho no meio do mato fechado: tinha gente de
cidade que gostava de andar ali. botaram churrasqueira que serve pra queimar
carne de bicho morto (churrasco é a palavra) e uma mesa. os macaco que eu acho
que não gostaram muito disso. todo mundo levava comida pra eles e dizia: vem
pegar na minha mão sua coisinha que parece gente. e eles iam lá e todo mundo
aplaudia eles e achavam que eles tavam gostando só que eles só queriam era comida
fácil.
a parte boa é que não tem mais dinossauro que precisa comer
por ali. se tivesse eles não teriam nem espaço, nem uma companhia muito boa.
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