quarta-feira, 26 de setembro de 2012

relatório 16


era um parque no meio do nada. tinha até um laguinho lá. laguinho não. era grande. cabia até o reflexo inteiro do sol lá dentro. tinha macaco pra caramba também. bicho gente. pega uma ameixa igual uma criança que já tem idade pra pegar ameixa. e um gramado assim enorme. acho até que bem lá antigamente uns dinossauro pastavam ali igual vaca de tão grande que era o gramado. e os mato eram fechado mesmo. nem precisava ser aberto. então. era assim.
 aí um lá chegou de bermuda e abriu um lugar pra vender sorvete e cerveja. começou a falar pra todo mundo e as pessoa começaram a chegar principalmente no domingo (primeiro dia da semana só pra relembrar). aí o lago não conseguia mais refletir o sol inteiro porque o reflexo ficava todo cheio de roupa de banho colorida e boia em forma de chapéu. colocaram umas mesa pra comer assim pelos canto do gramadão e nem os macaco conseguiam caminhar ali de tanta gente que ia ali pegar sol nas costa nem sei porque.
abriram uns caminho no meio do mato fechado: tinha gente de cidade que gostava de andar ali. botaram churrasqueira que serve pra queimar carne de bicho morto (churrasco é a palavra) e uma mesa. os macaco que eu acho que não gostaram muito disso. todo mundo levava comida pra eles e dizia: vem pegar na minha mão sua coisinha que parece gente. e eles iam lá e todo mundo aplaudia eles e achavam que eles tavam gostando só que eles só queriam era comida fácil.
a parte boa é que não tem mais dinossauro que precisa comer por ali. se tivesse eles não teriam nem espaço, nem uma companhia muito boa.

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